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Quem Somos

O nome Rodas e Motores que dá nome ao site foi criado em 1978 na Rádio Araguaia FM para batizar um programa que se iniciaria naquele ano e que persiste até hoje, na Radio Terra FM. Em 1985 deu nome também ao programa de televisão que estreamos na Tv Goya, Canal 4, quando foi registrado no INPI por recomendação do então diretor da Tv, Robson Dias.

Desde que foi criado, jamais deixou de ser utilizado como título de programas de rádio, tv, revista ou coluna de jornal, sempre como referência para fontes de notícias de automóveis e motocicletas em seus mais variados enfoques: esporte, lançamentos, novidades, tecnologia, trânsito, segurança.

Hoje, 29 anos depois, continua servindo ao mesmo propósito depois de ter acompanhado toda a enorme evolução técnica que ocorreu nos meios de comunicação. Redigimos notícias em máquinas Olivetti, Remington e IBM, fotografamos com Rolleiflex, Nikkon e Asahi Pentax, usamos telex e telephoto, cinegrafamos com Auricom, U-Matic,  Beta e Mini-DV. Desembarcamos hoje na mais fantástica e interativa forma de comunicação social que nivela o mundo exatamente como na definição de McLuhan.

Da mesma forma, multiplicamos potencialidades e atraímos vocações como as do Alexandre, estudante de Jornalismo e atuante na área, do Mário Alberto, fotógrafo e designer nas horas que ficam vagas antes e depois de suas aulas profissionais de Educação Física, por felicidade meus filhos e colaboradores. 

O site Rodas e Motores pretende atender ao interesse do internauta que aprecia automóveis e motocicletas sem preconceitos de tema e, ao mesmo tempo descortinar um panorama a quem quiser informar-se a respeito dos aspectos regionais desses mesmos assuntos.


FERNANDO CAMPOS

Radialista e Publicitário

Nas eras mais remotas, lá por 1958, fiz minhas primeiras incursões em jornal trabalhando com Nicola Patulo, Farid, Gentil e Viseu na revisão dos jornais Diário de São Paulo e Diário da Noite. Era naquele prédio da 7 de Abril onde, no acanhado mezanino, Chatô instalou o Museu que hoje mora pomposamente na Avenida Paulista.

As estrelas da época nos Diários eram Carlos Spera e Mauricio Loureiro Gama, Corifeu Azevedo Marques era monopólio da rádio e Edmundo Monteiro o diretor geral.

O restaurante do tipo bandeijão servia refeições sofríveis a preços subsidiados, trocadas por fichas de plástico, aquelas dos cassinos, que nós adquiríamos no caixa. Quando o nível baixava, dentro e fora da cozinha, a moçada da redação afixava cartazes com a seguinte advertência: “Atenção portadores de fichas azuis e salmão. Apresentem-se na fila, boa viagem e... boa sorte...”

Da revisão passei para a fotografia,  chefiado e ensinado pelo Dedão, nome próprio desconhecido do vulgo, meio cego de um olho mas fotógrafo de primeira, um piloto de corridas ausente de um pé...

Aprendi as artes do laboratório. Naquela época, fotógrafo só saía para a rua depois de seis meses de quarto escuro, no bom sentido, já familiarizado com químicos, ampliadores e exposições. Minha primeira missão foi fotografar uma prosaica e doméstica exposição de flores, muito pouco para minha competência a bordo de uma Rolleiflex...

Morava num prédio de esquina do viaduto Maria Paula, bem ao lado do antigo Estadão onde, dia e noite, rolavam luminosas notícias. Dividindo o tempo com o jornal, fui revisor da Editora Martins na Rua Tutóia onde recebi dinheiro para ler TODOS os livros de Jorge Amado, Menotti Del Pichia, Graciliano Ramos, Aluízio de Azevedo e outros desse tipo e padrão. Agradeço até hoje a dádiva desse emprego.

Trabalhei na Ultima Hora do Wainer, durante aquele período em que o jornal ficava debaixo do viaduto Santa Ifigênia num prédio emprestado, traquinagens da política da época, PSD e PTB versus UDN com o luxuoso concurso do PSP de Ademar de Barros.

Ah, esqueci de dizer que, em 1956, assisti à primeira edição da Mil Milhas Brasileiras, em Interlagos, debaixo de vento e frio, admirado com o desempenho do carrinho de Bino Heinz que, pequenino, acompanhava e às vezes superava a carretera Ford de Catarino Andreatta e Breno Fornari, ao final vencedores.

Percebi mais tarde que ali nasceram duas vocações: a do fusca como unanimidade nacional e a minha de automobilista.

Neste momento, o roteiro visual faz mudar as imagens de branco e preto para coloridas, recurso hoje velho mas que naquela época era até aceitável.

E o texto descontraído vira currículo formal, naquele jeitão de quem hoje procura o emprego que falta e que sobrava naquela época, formal como é de fato a carreira que dura até hoje.

Editor de Automobilismo do jornal O POPULAR de Goiânia de 1970 a 1984.

Criador e apresentador do programa Rodas & Motores em Goiás nas Rádios Araguaia FM, Antena 1 FM, Cidade FM, Executiva FM, CBN-Anhanguera e Rádio Terra FM, pela ordem, de 1978 a 2006.

Criador e apresentador do programa Rodas & Motores nas tevês Goya (SBT), Brasil Central (Bandeirante), Anhanguera (Globo) e Goiânia (Bandeirante) de 1985 a 2006

Sócio fundador do Kart Clube de Goiânia

Sócio fundador do Rallye Clube do Meia Ponte

Fundador da Federação Goiana de Automobilismo

Fundador da Federação de Motociclismo do Estado de Goiás

Sócio fundador do RPM Motoclube de Goiânia

Assessor de Imprensa do Autódromo Internacional de Goiânia durante a construção e na inauguração (1972 a 1974)

Coordenador Esportivo do Autódromo Internacional de Goiânia (1974 a 1975)

Narrador das transmissões de Fórmula Ford pela Rede Manchete (1989 a 1992)

Fundador e tesoureiro da ABIAUTO – Associação Brasileira de Imprensa Automotiva – 1ª fase

Atual titular dos programas Rodas & Motores na NET Goiânia e Rádio Terra FM

Prêmio Mobilizando a Segurança da Prefeitura de Goiânia na categoria Televisão como diretor do programa Rodas & Motores – a jornalista é Claudia Nunes

 

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